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sexta-feira, 6 de abril de 2018

Dê corpo ao teatro e encha a alma!

Foto de Teatro Experimental da Camacha. 


Hoje e amanhã, tem a oportunidade de assistir à reposição da peça "Corpo & Alma", na Casa do Povo da Camacha, de Ilda Teixeira.


Em 1993 a Ilda, um nome maior da Camacha e não apenas do Teatro, pensou, escreveu e levou à cena, "Corpo e Alma", um texto que facilmente nos toca fundo e nos obriga a refletir sobre a forma como encaramos a nossa própria existência! 


Este é um texto intemporal, porquanto, passados 25 anos, não só mantêm-se actual, como ganha maior iimportância e cabimento.

Esta reflexão sobre a dualidade Corpo e Alma, duas entidades diferentes que se completam, cúmplices de uma mesma vida, transfigurada como processo dinâmico de ascenção e queda!


É esta queda, é este desgaste natural que atinge o corpo, tornando-o enrugado, velho e pesado, que contrasta com a alma sempre jovem bela e cheia de energia, clamando por um corpo de igual capacidade, resultando num confronto entre a racional inevitabilidade e a infrutífera vontade de vencer a sua própria natureza!

Este "Corpo" que recusa usa tomar consciência do seu estado de decadência e não aceita morrer, é levado à cena pela novel atriz Alícia Teixeira, um achado do TEC, em confronto com a "Alma" da inigualável Edite, sempre forte, sempre arrebatadora!

A ação arrebata e transporta-nos para um qualquer espaço onde imaginemos estar a acontecer o julgamento da "Alma",com a aparição de "Deus" e do "Diabo", uma personagem dupla brilhantemente desempenhada pelo jovem talento Hugo Carvalho.

Este é mais um fantástico trabalho de encenação do Zé Ferreira, que nos "oferece" um copro que recusa a sua decadência e luta por não morrer, uma alma frustrada por viver num corpo envelhecido de quem se quer libertar e o julgamento do Bem e do Mal!

A sentença? Assistam e sintam ao vivo...

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Encenação: Zé Ferreira
Cenografia: Zé Ferreira
Figurinos: Zé Ferreira
Execução de figurinos: Maria José Freitas
Caracterização: Cristiana Sousa
Coreografia: Zé Ferreira e Carolina Lemos
Seleção Musical: Zé Ferreira
Desenho de Luz: António Freitas
Luminotecnia: Tó Freitas
Sonoplastia: Zé Nóbrega
Direção de Atores: Sara Branco
Produção: Carina Teixeira e Zé Ferreira
Fotografia: Antero Gonçalves

Corpo: Alícia Teixeira
Alma: Edite Silveira
Deus/Diabo: Hugo Carvalho
Corpo de Baile: Catarina Lemos, Cíntia Ribeiro, Andreína Costa e Filipa Mota

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12

domingo, 27 de março de 2016

AMO-Teatro 2016

https://www.facebook.com/amoteatro/
O espetáculo vai começar!

Está aí o "AMO-TEatro 2016", organizado pelo Teatro Experimental da Casa do Povo da Camacha (TEC).

De 27 de março a 3 de abril, 8 espetáculos de 6 companhias do continente português e 2 da Madeira compõem  o cartaz deste ano, com grandes nomes da arte bem conhecidos do grande público, como Maria Rueff, e as estreias nacionais ‘Diz-me mais dEÇAs’ de Rosa Villa e Susana Cacela, e ‘O Sofá, a Mamã e Eu’ de Valéria Carvalho.

Apesar das dificuldades financeiras, a equipa do TEC consegue, uma vez mais, levar a efeito o maior Festival de Teatro da Madeira, com projeção muito para além da Região, com o selo de garantia da Casa do Povo da Camacha.

Domingo, 27 de março, 20h00 na Casa do Povo da Camacha
A abertura, no "Dia Mundial do Teatro", contará com a apresentação da instalação plástica "Teias", no hall de entrada da Casa do Povo da Camacha, por Délia Santos, filha de pais camacheiros. Esta instalação, que ficará exposta até final do Festival.

Depois, às 21h00, a companhia madeirense Teatro Feiticeiro do Norte, apresenta no Auditório da Casa do Povo da Camacha a ‘Mai maiores qu’essei serras’, com Paula Erra e Élvio Camacho.


Neste trabalho, os dois atores usam um linguajar madeirense para fazer rir e comover-se até às lágrimas, recriando memórias retratadas no conto homónimo de Jorge Sumares, escrito em Abril de 1960”, diz o TEC.

Pode ler-se na sinopse: “Dois velhos, à beira dos 70 ou 80 anos, debaixo dum carvalho, dirigem-se a um forasteiro. Agarram essa oportunidade com o mesmo amor que têm à terra que lhes marca a ‘pélia’ das mãos. Do cerro que nada dava, dum palco vazio, nasce uma récita sem freios”.
 
Segunda feira, 28 de março - Estreia nacional

No segundo dia de Festival, a primeira estreia nacional!

‘Diz-me mais dEÇAs’, um trabalho independente das atrizes Rosa Villa e Susana Cacela, a partir de textos e frases de Eça de Queirós, encenado por António Gonçalves Pereira.

Este é “um ensaio partilhado de forma divertida com o público, em que os atores vão escolhendo e interpretando os textos que supostamente integrariam o espetáculo para o qual estão a ensaiar. O público vai ficando crescentemente surpreendido com a atualidade de textos tão antigo e vive a experiência da construção de um novo espetáculo”.

Terça feira, 29 de março, 21h00 no Auditório da Casa do Povo da Camacha
O TEF – Companhia de Teatro, apresenta neste festival, ‘Xmas qd kiseres’, de Jorge Louraço Figueira, com interpretação de Adriano Martins, Isabel Martins e Simão Telo e encenação de Eduardo Luiz.

Esta é uma peça centrada nas problemáticas que afligem o ensino, contando a história de Nico e Pilim, amigos, companheiros e residentes no Sítio do Bairro que decidem nas vésperas de Natal assaltar a Escola que frequentaram até há pouco tempo e onde conheceram Natália, a professora de Inglês. Esta que apenas consegue ser colocada em regime de substituição e na noite do assalto surpreende os seus ex-alunos na escola.

Quarta feira, 30 de março,  21h00 no Auditório da Casa do Povo da Camacha
O grupo Porta 27, oriundo do Porto, apresenta a peça ‘Pistolas, Pilantras e Problemas’, texto original de Suzanna Rodrigues, encenação de Ricardo Alves e interpretação de Tiago Lourenço e Cristovão Carvalheiro.

Esta é uma história de uma quase pistola, dois pilantras e uma infinidade de problemas num assalto a um banco. Dois atores que são obrigados a partilhar o mesmo palco e a lidar dificilmente um com o outro.

Quinta feira, 31 de março - Estreia nacional no Teatro Municipal Baltazar Dias
Valéria de Carvalho, uma atora de grandíssima qualidade e créditos firmados, faz no AMO-Teatro a estreia nacional da peça ‘O Sofá, a Mamã e Eu’, com textos de Rita Ferro, Valéria Carvalho e Lamberto Carrozzi, produção de Âmago, Arte e Cultura.

A peça é uma comédia dramática deliciosa que reflete o quotidiano de uma mãe trabalhadora e do seu filho a sair da adolescência, com a particularidade de Valéria de Carvalho contracenar com o seu próprio filho, João Pedro Carvalho Lima.

Sexta feira, 1 de abril, 21hoo no Auditório da Casa do Povo da Camacha

Sexta feira é um dia diferente no AMO-Teatro deste ano. Começa com o Teatromosca que leva ao palco a peça ‘Fahrenheit 451’, de Ray Bradbury, com os atores Filipe Araújo e Rute Lizardo.

Este trabalho é um romance num futuro onde todos os livros são proibidos, opiniões próprias são consideradas antissociais e hedonistas, e o pensamento crítico é suprimido. O personagem central, Montag, trabalha como ‘bombeiro’ (o que significa ‘queimador de livro’). O número 451 é a temperatura (em graus Fahrenheit) da queima do papel, equivalente a 233 graus Celsius. Este espetáculo estreou no Théâtre de la Tête Noire, em Orléans (França).

Depois desta peça, a organização convida toda a população a participar na festa AMO-TEatro, no Largo da Igreja Matriz da Camacha, com atuações do Grupo Folclórico da Camacha, dos Camachofones e das parodiantes do TEC – as DIVAS.

Assim teremos, no AMO-TEatro, uma festa de cariz popular, bem ao jeito camacheiro!

Sábado, 2 de abril às 21h30 no Teatro Municipal Baltazar Dias
Um dos maiores destaque deste Festival é, sem dúvida, "António e Maria", uma peça de António Lobo Antunes, interpretada pela grande atriz Maria Rueff (Meridional Teatro) e encenação de Miguel Seabra.

O espetáculo é uma procura, uma surpresa, um monólogo múltiplo de mulheres. Vozes mutantes num corpo iluminado. Um exercício, por assim dizer, de doméstico sublime. Aproveitando uma lição simples do escritor Lobo Antunes para a vida toda: “Espreitar para dentro de uma bota porque às vezes há coisas.”

Domingo, 3 de abril às 21h00, no Auditório da Casa do Povo da Camacha
O "AMO-Teatro 2016" fecha a cortina com a peça ‘O vosso pior pesadelo’, do grupo Art’Imagem, interpretado por Flávio Hamilton, Miguel Rosas e Pedro Carvalho, com encenação de José Leitão.

Este trabalho é uma comédia negra parodiando obscenamente agressões físicas e mentais perpetradas sobre um prisioneiro, de uma prisão de alta segurança, procurando chegar ao público para que este participe, física e mentalmente, num exercício ‘quase’ sadomasoquista.

A peça pretende questionar a impunidade que atravessa a nossa sociedade e as muitas formas de violência que se abatem sobre os cidadãos.

Bilhetes
Porque tudo isto envolve custos elevados, os espetáculos serão pagos, naturalmente. Numa altura em que se torna cada vez mais óbvia a necessidade de investir em cultura, esta é uma oportunidade perfeita para o fazer!

Os bilhetes terão o valor de 5 euros para o auditório da Casa do Povo da Camacha e de 12,5 para o Teatro Municipal Baltazar Dias.

Não deixe passar a oportunidade e assista a Teatro e apoie a cultura!

Fonte: DN Madeira (5 sentidos, 20 de março de 2016)

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O que falta à Camacha como "Capital da Cultura"

Camacha, "Capital da Cultura". O desenvolvimento da nossa Freguesia não passa apenas por aqui, mas é um ponto fulcral e o que nos relança no panorama regional, mas não só.

Falta a remodelação da Achada, sim. Falta tornar o nosso centro num espaço melhorado, mantendo a traça de espaço verde, dando mais destaque ao primeiro lugar onde se jogou Futebol em Portugal, revitalizando o ringue, melhorando os acessos ao WC e outros pormenores.

Falta o Auditório, já com local definido e com projeto elaborado conjuntamente por todos os os grupos culturais da Camacha.

Falta ainda o Mercado e mais estacionamento, mas isso está incluído no projeto do auditório.

Culturalmente, falta ainda uma sede ao Grupo do Rochão, que tem mostrado uma crescente dinâmica e a recuperação e reconversão da "Casa Etnográfica", espaço com grande potencialidade como espaço museológico, mas também de exposições temporárias.

Falta mais, sim, mas parecem-me os pontos fulcrais para o desenvolvimento sustentado da "Capital da Cultura".

Termino olhando para o futuro imediato e para as decisões que aí vêm, já domingo. Analisando o percurso, as ideias e propostas, é óbvio que o Jorge Baptista está atento e conhecedor, reuniu com entidades culturais e liderou algumas intervenções importantes nos últimos 8 anos, como a recuperação e adequação do auditório da Casa do Povo da Camacha.

A equipa PSD assume o compromisso de apoiar a cultura e sabe como fazê-lo, em contraponto com a lista concorrente que nem reuniu com entidades e publicamente mostra-se contra a remodelação da Achada e desconhece a necessidade de um auditórios e das restantes ideias que aqui expus.

Os tempos são de contenção, mas essa é apenas uma razão mais para acreditarmos em quem demonstra estar atento, conhecedor e capaz de realizar os anseios da população.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

ART'Camacha 2012

Aí está o "festival do ano" na nossa Freguesia da Camacha!

Cultura, desporto, entretenimento, lazer, diversão confraternização, enfim, todas as razões e mais algumas para visitar a Camacha entre 10 e 15 de Agosto!

Preste bem atenção ao programa e repare como é único este evento.

Desde a exposição de artes plásticas, à Feira de artesanato, às entrevistas e a tanto mais, que só com a sua visita poderá realmente compreender.

Espero por si na Freguesia da Camacha!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Natal na Camacha

Estamos já a poucos dias do Natal, o que significa que muito já se festejou na Vila da Camacha, mas ainda muito há para celebrar.

O mau tempo voltou a condicionar, provocando o adiamento da Função do Porco, mas em nada diminuíu o interesse e pertinência, daquele que é o primeiro evento da quadra natalícia na nossa Vila.

Apesar do tema não ser pacífico, a "Função do Porco" além de ser uma tradição de longa data, repleta de história e relevância social, é feita em torno da demonstração dos passos após a "matança", ou seja, o animal não é morto na achada (vem assim da Santagro).

Portanto, é o reviver de uma tradição e oportunidade de aprendizagem para os mais novos, com muita festa e animação.

Tudo isto comprovado pela forte afluência que se repete e amplia a cada ano.

Tenda da Festa
Depois da aposta do ano passado, a Câmara Municipal voltou a instalar uma tenda na Achada, este ano mais ampla e melhor equipada, com chão montado e alcatifado a proporcionar maior conforto, de forma a que todas as actividades possam ali desenrolar-se.

Primeiro exemplo a "Feira dos Licores e Broas p'ra Festa". Três dias dinamizados pelas diversas associações da Vila, angariando fundos através da venda de licores broas e outras iguarias da época.

E no passado fim-de-semana, o "Noite na Tenda", que começou com a actuação da Tuna, Grupos Folclóricos e "Euphobassax" (4 elementos da Banda da Camacha) e prolongou-se noite fora com a actuação inédita de LadyCC. Uma aposta arrojada da Casa do Povo, dada a sonoridade house, mas que comprovou ser possível realizar eventos com sucesso, sem a "prisão" do estilo.

A animação continua, com Auto de Natal dia 28 e Noite de Reis dia 8, entre outras festas e organizações, portanto, venham à Camacha celebrar o Natal!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Discutir a Camacha - Auditório

A temática dos meus dois últimos posts, trouxe maior visibilidade ao blog, quer pelo impacto dos temas na Vila, quer pela discussão que se gerou em torno dos mesmos.

Infelizmente, tive de rejeitar alguns comentários, mas considero importante que este espaço continue a promover a discussão de ideias e rumos para a nossa Vila.

Porque a tradição foi um tema transversal, sugiro que sigamos por aí, e estou receptivo a sugestões sobre temas que queiram ver aqui analisados e debatidos dna78@netmadeira.com

"Capital da Cultura Tradicional da Madeira"
Este grande "chavão", é atribuído à nossa Vila há muito, mas é amplamente reconhecido que faltam as infra-estruturas que suportem a actividade cultural, existindo já compromissos assumidos pelo Governo Regional e Município de Santa Cruz, para a renovação do centro da Vila e a construção de um auditório.

Porque estes compromisso estão já em execução, importa discutir que ideias temos sobre as intervenções no centro da Vila, quer na remodelação do Largo e de outras estruturas, quer na construção de novas.

Apesar de se dizer que a "Camacha parou no tempo", um olhar atento descobre facilmente a beleza natural e a identidade Camacheira que o nosso centro tem, desde o Hotel Velho à Quinta das Almas. É realmente um sítio único e com potencial elevadíssimo, se exceptuarmos as condições climatéricas, que carece de intervenção rápida mas cuidada e estruturada.

A indispensável intervenção de fundo no centro deve, portanto, dotá-lo de um auditório, mercado, estacionamentos, campo de jogos e monumentos alusivos à história da Vila, ampliando a beleza que a Natureza empresta e a linha eminentemente caracterizadora de uma "Capital da Cultura Tradicional". Como? Para não tornar o post demasiado extenso, vou abordar um ponto de cada vez.

Auditório
Fruto de discussões já mantidas entre as entidades culturais da Vila, posso afirmar como consensual a ideias de um edifício multi-funcional, capaz de albergar exposições permanentes (versando a história da Camacha) e periódicas, actividades regulares dos grupos, desde ensaios a gravações de "demos" e experimentalismos, devendo ser dinamizado com uma área comercial que possibilite o financiamento de projectos e a visita regular de público. Claro, com parque de estacionamento integrado ou construído nas proximidades.

O objectivo primordial é a conjugação de valências técnicas, acústicas, de bastidores e de conforto para o público, que façam este um espaço capaz de receber todas as vertentes artísticas de palco, desde os aprendizes aos mestres, possibilitando que a Camacha receba grandes artistas ao mesmo tempo que apresenta ao mundo a enorme, variada e de qualidade assinalável, produção própria.

Veja-se a quantidade e qualidade dos aprendizes e músicos da banda, Tuna e Conservatório, as "bandas de garagem", os artitas de teatro, os artistas plásticos, os cantores, os dançarinos e os bailadores, veja-se tanta capacidade para dinamizar o auditório. Para os mais cépticos, nada como uma vistia ao blog do meu amigo Nélio, que está a fazer um trabalho notável de recolha e divulgação: AlternativaCamacha.blogspot.com

Visitar a Camacha, estacionar, visitar o auditório onde se aprecia uma exposição plástica, aprende a História da Vila, se assiste a um espectáculo e, depois, relaxa confortavelmente num café com serviço Wi-Fi. É assim que o vejo...

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

ART'Camacha 2008

XX FESTIVAL DE ARTE CAMACHENSE

Duas décadas de arte, cultura, entretenimento, desporto, tradição e tanto mais

De 8 a 12 de Agosto, o XX Festival de Arte Camachense, centrado no Largo Conselheiro Aires de Ornelas, traz a Camacha para o centro das atenções regionais e não só.

O palco ali montado, centro de todas as atenções, vai novamente receber grandes espectáculos, desde o Folclore ao Rock, como pode facilmente aferir pelo programa do Festival, de onde se destaca a actuação das "XAILE", um grupo de world music português, de qualidade firmada.

Este ano teremos também novas iniciativas de índole desportivo, com a realização de um passeio BTT e outro TT, sempre com vincada preocupação para alertas ambientais.

Mas claro que nem só de espectáculos vive este evento, por isso poderá sempre jantar, ou simplesmente saborear uma bebida e alguns petiscos, num dos Restaurantes e Bares presentes, não faltando a tradicional espetada.

Outra vertente que é nosso apanágio, são as exposições, realçando-se a de artes plásticas, que ao longo dos anos vem granjeando cada vez mais prestígio pela crescente qualidade.

Muito mais há para ver, ouvir, ler, sentir, enfim, mil e uma razões para a sua visita!

quinta-feira, 18 de março de 2004

"Camacha 2004"

Sobre o panorama musical madeirense...

Estamos a entrar na época de organização do "Camacha 2004" e este ano teremos um palco que servirá o Festival de Folclore...

Apesar disso fomos (NAC) convidados a participar activamente na concepção do palco, o que denota atenção às nossas novas ideias sobre como deve ser organizado o Festival..

Venham daí ideias e debate sobre o que podemos fazer em prol das bandas rock (e não só)