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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

V MOON - Memories Out Of Night

Sábado, 28 de janeiro de 2017,
o Rock está de volta à Camacha e à Casa do Povo!

Este Festival In memoriam, Sérgio Freitas, tem por essência juntar bandas e projetos regionais, de elevada qualidade musical e com um forte espírito de partilha e amizade.

É esta a melhor homenagem ao nosso saudoso amigo Sergio Freitas, ele que foi músico, baixista nos CRF, Rótulo Preto, bandas marcantes na Camacha no final do século, além de promover a música ao vivo no mítico bar "Idem Aspas" e nas diversas atividades da Casa do Povo, que integrou como elemento da Direção.

Venham até à Camacha, viver umas horas de boa música num ambiente saudável, na companhia de amigos, apoiando os projetos regionais!

Alinhamento:

21:00 - Siamese Cancer
» Lourenço Baptista (baixo), Sandro Silva (bateria), Mauricio Garanito (guitarra), Diomar Rocha (voz)


22:00 - Negative Rule
» Claudio Aguiar (baixo), Valério (bateria), Sniper (guitarra), Filipe Sousa (Voz e guitarra)


23:00 - Akoustik Junkies
» Pedro Pereira (baixo), Bernardo Rodrigues (bateria), Hugo Vieira (guitarra), Roberto Vasconcelos (guitarra), Duarte Ferreira (voz)


00:00 - Jamie & The Marx
» Miguel Marques (baixo), Lino Ornelas (bateria), Miguel Apolinario (guitarra), Tiago Silva (voz)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Memories Out Of Night

Sábado, dia 19 de dezembro, o Núcleo de Música da Casa do Povo da Camacha organiza a 4ª edição do Festival Rock, que surgiu em homenagem a tudo aquilo que representa o saudoso Sergio Freitas, desaparecido precocemente em 2012.

O Festival decorre no Auditório da Casa do Povo da Camacha e conta com a participação de projetos e bandas diversos:

20h10 - Amali
20h35 - Clube Rock EB23 da Camacha
21h10 - Filipe, Negative Rule
21h30 - Non Sense
22h30 - Alternative Moments 23h30 - ATA
00h30 - Calamity Islet

Tocando ou assistindo, o mais importante é vivermos horas de boa música num ambiente saudável, na companhia de amigos, apoiando os projetos regionais, ou seja, atingindo aquilo que o Sérgio sempre defendeu! Venham daí!

https://www.facebook.com/events/466105800235826/

sábado, 22 de dezembro de 2012

Memories out of night...

Hoje à noite, na Casa do Povo da Camacha, recordamos o nosso grande amigo Sérgio, num concerto, ou série de concertos, de bandas e projetos da Camacha.

Porquê? Porque o Sérgio foi um dos impulsionadores do Rock na Camacha, pertencendo aos CRF e Rotulo Preto, mas não apenas como mais um elemento. Quando era preciso organizar, motivar, planear, lá estava o Sérgio :)

Na Casa do Povo, tive o previlégio de organizar com ele algumas "Noite Rock", com bandas da Camacha, ou com elementos camacheiros, mantendo algo que é unico e incontornável no "ART'Camacha".

Conseguimos, eu, ele e o Nélio, organizar o "Mountain Rock", ou seja, o primeiro Festival Rock na Camacha!

Enfim... muito há para escrever, mas hoje quero apenas que todos celebrem a vida do Sérgio, assistindo a grandes concertos, repletos de emoção, adrenalina e muita qualidade. Que tal cada um de nós agarrar numa memória agradável que tenhamos dele? Certamente todos temos...

Encontro-vos logo mais, às 20h00, na Casa do Povo da Camacha


Início às 20h00 na Casa do Povo da Camacha:
1º - Eden Shine
2º - Graciano Caldeira
3º - Humberto Pedras & Pedro Mota
4º - Sora
5º - Sob Escuta
6º - Forgotten Roads
7º - CRF
8º - Noise Riders
9º - Klinika
10º - Perfect Sin
11º - Negative Rule

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

ART'Camacha 2012

Aí está o "festival do ano" na nossa Freguesia da Camacha!

Cultura, desporto, entretenimento, lazer, diversão confraternização, enfim, todas as razões e mais algumas para visitar a Camacha entre 10 e 15 de Agosto!

Preste bem atenção ao programa e repare como é único este evento.

Desde a exposição de artes plásticas, à Feira de artesanato, às entrevistas e a tanto mais, que só com a sua visita poderá realmente compreender.

Espero por si na Freguesia da Camacha!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

ART'Camacha 2008

XX FESTIVAL DE ARTE CAMACHENSE

Duas décadas de arte, cultura, entretenimento, desporto, tradição e tanto mais

De 8 a 12 de Agosto, o XX Festival de Arte Camachense, centrado no Largo Conselheiro Aires de Ornelas, traz a Camacha para o centro das atenções regionais e não só.

O palco ali montado, centro de todas as atenções, vai novamente receber grandes espectáculos, desde o Folclore ao Rock, como pode facilmente aferir pelo programa do Festival, de onde se destaca a actuação das "XAILE", um grupo de world music português, de qualidade firmada.

Este ano teremos também novas iniciativas de índole desportivo, com a realização de um passeio BTT e outro TT, sempre com vincada preocupação para alertas ambientais.

Mas claro que nem só de espectáculos vive este evento, por isso poderá sempre jantar, ou simplesmente saborear uma bebida e alguns petiscos, num dos Restaurantes e Bares presentes, não faltando a tradicional espetada.

Outra vertente que é nosso apanágio, são as exposições, realçando-se a de artes plásticas, que ao longo dos anos vem granjeando cada vez mais prestígio pela crescente qualidade.

Muito mais há para ver, ouvir, ler, sentir, enfim, mil e uma razões para a sua visita!

domingo, 18 de dezembro de 2005

OXIGENE

Hoje, antes de adormecer, decidi "vaguear" pela net enquanto ouvia Novos Românticos (já uma vez escrevi neste blog sobre esta tendência musical dos anos 80), entretanto, e por conselho de um amiga minha, resolvi ouvir uma banda madeirense denominada OXIGENE. Devo confessar ter ficado surpreendido com a grandiosidade musical deste projecto! Não querendo fazer comparações, como é evidente - e o(s) próprio(s) Oxigene que me perdoe(m) por tal, se alguma vez ler(em) esta minha observação sobre o seu trabalho -, não consegui deixar de pensar em Japan, Heaven 17, Eurythmics, Human League, Yellow Magic Orchestra, Yazoo, Soft Cell e todos os nomes consagrados da Electro-Pop. A verdade é que a genialidade criativa; as vozes pomposas, barrocas, o lirismo depressivo, por vezes de cariz romântico, e a electrónica de sonoridades analógicas, quais caixas de brinquedos a orquestrarem um crooning decadente, lá estão todas. Mas aquilo que vejo no(s) OXIGENE extravasa o conceito dos Novos Românticos dos idos 80, não se limitando a uma apropriação oportunista deste som , como víamos em alguns casos do Electro-Clash de finais dos anos noventa (sons analógicos repetitivos e desinspirados, próprios para aqueles devotos de lugares da Moda, cujos interesses são exteriores à música), antes apoia-se em bases conceptuais próprias da Synth-Pop, levando-as a um universo muito pessoal, onde ele(s) combina(m) a electrónica com instrumentos reais - "Timeless" é fantástica, começa com um teclado electrónico à Orchestral Manoeuvres In The Dark, uma voz soturna, dorida e dolente, sendo embalada com o som de fundo de um violino (se imaginarem o Jeff Buckley com os Kraftwerk, o resultado seria mais ou menos este!). Este tema poderia ser dançado numa discoteca como o Lux-Frágil em Lisboa, ou ouvido em casa num dia de chuva, sozinho num quarto escuro, com um gin tónico e um cigarro! Este ecletismo permite, a meu vêr, ao(s) OXIGENE, se impor(em) na música com uma postura única, dele(s). Uma vez vi isto acontecer no álbum "Whiskey" do Jay Jay Johanson e, mais recentemente, com o Patrick Wolf... um ressurgimento do Electro-Crooner. De quando em vez vêmos algo de realmente inovador acontecer na música, e é disto que se trata, só não sabia que tinha acontecido aqui tão perto de mim, na Madeira! Da minha parte, faço uma vénia ao(s) OXIGENE.
Nélio Martins

segunda-feira, 21 de junho de 2004

Music...Non Stop!!

Caros Bloggers!

Á falta de disposição para falar de bandas madeirenses - tendo em conta as inúmeras investidas em cérebros de basalto que abundam na nossa ilha (afinal a Madeira é de origem vulcânica, só não julgava que a geologia se estendia às massas cerebrais, mas... enfim!!...) e daí não ter obtido feedback intelectual que justificasse a minha "paciência de Job", desisti de me insurgir nessa área!!! Mas, e por agora estar a ouvir Human League, resolvi vos falar da minha nova/velha descoberta: o movimento post punk dos Novos Românticos. Pois bem, a androginia e o glamour já se conhecia do Glam Rock de Bowie ou Roxy Music, a electrónica robótica dos Kraftwerk dos anos 70, a pop decadente e proibida do Serge Gainsbourg - Sexo, vícios e mulheres esculturais (Brigitte Bardot, Catherine Deneuve ou Jane Birkin) - e o crooning pomposo de Scott Walker ou Lee Hazelwood, também - e todos este eram um contraponto ao punk simples, directo e abrasivo de uns Sex Pistols ou uns The Clash. Agora, todos estas tendências misturadas numa liquidificadora, depois de servidas, temos os Novos Românticos (uma "sub-pasta" da New Wave) que apareceram em inícios de 80 com os Human League, Soft Cell, Depeche Mode, Eurythmics, Duran Duran, etc. (Para mais informações vão ao www.allmusicguide.com e procurem: New Romantics). O Johnny Rotten Chocava tanto a monarquia britânica com o seu "God Save The Queen" como a figura andrónigina e frágil do Boy George, qual putéfia de cabaret, com rendas à Madonna "Like A Virgin", chocava a comunidade punk!! Ora bem, para quem é amante de carrinhos choque, óculos de sol à condutor de camião e pornografia, oiçam e vejam (sim, vejam, porque esta é a era dos videoclips, da imagem e da extravagância. A época em que fazia sentido falar-se em "estrelas pop" - "Vídeo Killed The Radio Store") os Dead Or Alive (pastiche pop puro). E para quem sente urticária ao ouvir falar de girls bands, oiçam o primeiro álbum das Bananarama ou um qualquer dos Fun Boy Three com as ditas raparigas!! Percam preconceitos e procurem Gary Numan, Fad Gadget ou Heaven 17... deliciem-se com os sintetizadores analógicos e descubram onde os DJ's e bandas do electroclash (Miss Kitten, Peaches, Felix Da Housecat ou Chicks On Speed) foram fazer escola! Vá, toca a fazer downloads!...

Um abraço.

Nélio Martins

quinta-feira, 25 de março de 2004

Depois de as bandas ...

Acho que depois de as bandas passarem por este processo psicológico que o Valdemar fala é necessário darem-se muitos concertos. Para isso dava jeito locais mínimamente apropriados para tocar (quero dizer, sem ter a polícia 5 minutos após o início do concerto), ou pelo menos, a boa vontade dos donos desses locais. Há uns que dão bar aberto, mas eu pessoalmente prefiriria um pequeno caché que desse para compensar as cordas e a baquetes que se compraram para dar o concerto, 25 euros é bem suficiente para cobrir estas pequenas despesas e permitir que as bandas mais novas "trabalhem".

Com isto podemos dar lugar a objectivos com um prazo mais alargado do que o actual. Quando deixam de haver possibilidades de concertos ou de outras actividades costuma haver atrofios mentais e desmotivações que levam ao fim das bandas.

Para quem não sabe, dá imenso trabalho preparar um concerto por si só. Há 2 grandes problemas: o primeiro é o transporte do material. O segundo é se o material que a banda possui é adequado ao local do concerto (geralmente os locais não têm material próprio de amplificação ou não é adequado (ex. mesas de DJ em vez de mesas de mistura, fraca potência, salas sem tratamento acústico, etc)). Isto sem falar do conhecimento técnico que um concerto envolve e não falo de ligar cabos e acertar volumes. Enfim...

Penso que isto resume algumas das dificuldades que os "fazedores de barulho" têm de passar. Certamente não é fácil ultrapassar mas talvez com mais união e vontade poder-se-ia fazer muito mais.

Estes são os meus 5 cêntimos.

sexta-feira, 19 de março de 2004

As bandas têm mais que ajudar ...

Acho que as bandas têm mais que ajudar a elas próprias, primeiro. Algumas têm que crescer um pouco; outras têm que confiar em si próprias... parece que há um espírito negativo por entre as bandas, um sentimento de revolta sobre tudo quanto é concerto e entidade organizadora aqui na Madeira (não que não possam ter razões para isso). Em vez de dedicarem tempo a isso, deviam, talvez, pensar em investir numa carreira fora da Madeira (e Portugal), já que está comprovado que, para se ser considerado bom em Portugal, é necessário ser considerado bom fora de Portugal...

quinta-feira, 18 de março de 2004

"Camacha 2004"

Sobre o panorama musical madeirense...

Estamos a entrar na época de organização do "Camacha 2004" e este ano teremos um palco que servirá o Festival de Folclore...

Apesar disso fomos (NAC) convidados a participar activamente na concepção do palco, o que denota atenção às nossas novas ideias sobre como deve ser organizado o Festival..

Venham daí ideias e debate sobre o que podemos fazer em prol das bandas rock (e não só)