segunda-feira, 8 de outubro de 2007
terça-feira, 6 de março de 2007
PSP na Camacha
Encerrou a Esquadra da PSP na Camacha... Muito se tem opinado, escrito e dito sobre este assunto, que a todos os Camacheiros interessa.
Um facto... Como sempre e com todos os anteriores Chefes, foi sempre convidado a estar presente em cerimónias da Casa do Povo, da Junta de Freguesia, das escolas, do Clube e muitas mais. Foi sempre convidado a pertencer a diversos grupos de trabalho que envolviam as entidades da Freguesia. Foi sempre chamado a se envolver na vida da Vila cuja segurança geria.
Outro facto... Nunca compareceu a eventos oficiais em representação da PSP. Não acedeu aos convites das entidades e das forças vivas da Vila. Não participou activamente na "vida da Vila". Não se mostrou interessado em conhecer o modo de vida Camacheiro.
Resultado... Muitos Camacheiros nem conheceram o Chefe da esquadra. Factualmente, não conhecia o modo de vida, o modo particular de pensar e sentir as coisas.
A Camacha e os camacheiros são diferentes, é um Vila Serrana, com especificidades que precisam ser conhecidas e entendidas por quem interfere directamente no quotidiano e segurança das pessoas. Não aconteceu...
Também facto... A esquadra da Camacha estava instalada num edifício antigo, com parcas condições de trabalho. Parcas mas minimamente existentes. Intrincado neste aspecto, temos as queixas dos agentes que, entretanto transferidos para a esquadra de Santa Cruz, se vêem obrigados a mudar de roupa num espaço exíguo e muitas vezes até num quarto que não o vestiário.
Mais um facto... Como reafirmado em Janeiro pelo Presidente do Governo, no próximo ano a PSP contará com novas instalações, feitas de raiz, na Vila da Camacha.
Ainda outro facto... Há alguns anos foi instalado um posto da PSP no Complexo Habitacional da Nogueira. Por falta de segurança das instalações, ou outros aspectos a isso ligados, foi desactivado. Agora, encerrada a esquadra da PSP, esse espaço foi reactivado. Duas salas, onde teremos sempre um agente PSP disponível para atender o cidadão e, quando necessário, outro agente para proceder a inquéritos e outros aspectos processuais.
Fechou-se uma esquadra sem condições, transferiram-se agentes para uma esquadra que passou a não ter condições suficientes e reabriu-se um espaço com falta de espaço e, passe a redundância, melhores condições.
Felizmente, também por acção enérgica junto ao Comandante Regional por parte das entidades oficiais, como o Presidente da CMSC, foi reforçado o policiamento ambulatório na Vila da Camacha, mas nada que calasse a revolta do camacheiros.
Entenda-se: esta Vila cresceu com uma esquadra com um Comandante participativo e presente. Implantou-se um Bairro social que trouxe consigo insegurança a vários níveis, droga e outros problemas sociais.
Resultado: Fechar a esquadra resultou num sentimento de insegurança que não se desvanece com policiamento ambulatório reforçado. É real e notório que se aumentou o numero de efectivos e, logo, a segurança está mesmo reforçada. Aqui, claramente, esta Vila ficou a ganhar, mas o resultado é uma sensação de insegurança.
Psicológico? Não! O problema é real! É uma questão cultural e não se queira ir contra algo tão intrinsecamente apreendido pelos camacheiros como o "SEU" Chefe da "SUA" Esquadra.
Um facto... Como sempre e com todos os anteriores Chefes, foi sempre convidado a estar presente em cerimónias da Casa do Povo, da Junta de Freguesia, das escolas, do Clube e muitas mais. Foi sempre convidado a pertencer a diversos grupos de trabalho que envolviam as entidades da Freguesia. Foi sempre chamado a se envolver na vida da Vila cuja segurança geria.
Outro facto... Nunca compareceu a eventos oficiais em representação da PSP. Não acedeu aos convites das entidades e das forças vivas da Vila. Não participou activamente na "vida da Vila". Não se mostrou interessado em conhecer o modo de vida Camacheiro.
Resultado... Muitos Camacheiros nem conheceram o Chefe da esquadra. Factualmente, não conhecia o modo de vida, o modo particular de pensar e sentir as coisas.
A Camacha e os camacheiros são diferentes, é um Vila Serrana, com especificidades que precisam ser conhecidas e entendidas por quem interfere directamente no quotidiano e segurança das pessoas. Não aconteceu...
Também facto... A esquadra da Camacha estava instalada num edifício antigo, com parcas condições de trabalho. Parcas mas minimamente existentes. Intrincado neste aspecto, temos as queixas dos agentes que, entretanto transferidos para a esquadra de Santa Cruz, se vêem obrigados a mudar de roupa num espaço exíguo e muitas vezes até num quarto que não o vestiário.
Mais um facto... Como reafirmado em Janeiro pelo Presidente do Governo, no próximo ano a PSP contará com novas instalações, feitas de raiz, na Vila da Camacha.
Ainda outro facto... Há alguns anos foi instalado um posto da PSP no Complexo Habitacional da Nogueira. Por falta de segurança das instalações, ou outros aspectos a isso ligados, foi desactivado. Agora, encerrada a esquadra da PSP, esse espaço foi reactivado. Duas salas, onde teremos sempre um agente PSP disponível para atender o cidadão e, quando necessário, outro agente para proceder a inquéritos e outros aspectos processuais.
Fechou-se uma esquadra sem condições, transferiram-se agentes para uma esquadra que passou a não ter condições suficientes e reabriu-se um espaço com falta de espaço e, passe a redundância, melhores condições.
Felizmente, também por acção enérgica junto ao Comandante Regional por parte das entidades oficiais, como o Presidente da CMSC, foi reforçado o policiamento ambulatório na Vila da Camacha, mas nada que calasse a revolta do camacheiros.
Entenda-se: esta Vila cresceu com uma esquadra com um Comandante participativo e presente. Implantou-se um Bairro social que trouxe consigo insegurança a vários níveis, droga e outros problemas sociais.
Resultado: Fechar a esquadra resultou num sentimento de insegurança que não se desvanece com policiamento ambulatório reforçado. É real e notório que se aumentou o numero de efectivos e, logo, a segurança está mesmo reforçada. Aqui, claramente, esta Vila ficou a ganhar, mas o resultado é uma sensação de insegurança.
Psicológico? Não! O problema é real! É uma questão cultural e não se queira ir contra algo tão intrinsecamente apreendido pelos camacheiros como o "SEU" Chefe da "SUA" Esquadra.
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
Festa da Maçã e Mostra do Macarrão
Espero que tenham tido oportunidade de visitar a Vila da Camacha no último fim-de-semana de Outubro, caso em que terão assistido ao renascer da Festa da Maçã, graças ao empenho da Câmara Municipal de Santa Cruz, Junta de Freguesia da Camacha e Casa do Povo da Camacha, em colaboração com a Paróquia de São Lourenço.

De facto, esta Festa, que nasceu nos anos 70 com o intuito de angariar fundos para acções de índole social, tinha pedido fulgor nos últimos anos, mas continuava na memória dos camacheiros. Assim as instituições uniram esforços e relançaram a tradição.
As condições do tempo não foram as melhores, mas é de realçar a participação dos grupos culturais da Vila, o que permitiu realizar o cortejo da Maçã e elaborar um programa de animação interessante e atractivo.

A par desta animação, realizaram-se acções de esclarecimento e pedagógicas, incentivando os nossos agricultores a investirem na produção da Maçã da Camacha, com o apoio da Secretaria Regional que, inclusivamente, ofereceu as árvores do fruto em causa. Foi muito interessante sentir que estas acções resultaram, dada a grande adesão de agricultores locais.
Novidade foi a "1ª Mostra do Macarrão", uma ideia que resultou em sucesso, já que participaram a Casa de Pasto “O Boleo”, o Restaurante “O Cesto”, o Restaurante “Katespero” e o Restaurante “A Farrusca”. Além do "macarrão espedindo", muitas inovações apareceram, para gáudio dos visitantes que fizeram sentir a premência da continuidade desta mostra.

A tradição mantém-se, renova-se e cria-se...

De facto, esta Festa, que nasceu nos anos 70 com o intuito de angariar fundos para acções de índole social, tinha pedido fulgor nos últimos anos, mas continuava na memória dos camacheiros. Assim as instituições uniram esforços e relançaram a tradição.
As condições do tempo não foram as melhores, mas é de realçar a participação dos grupos culturais da Vila, o que permitiu realizar o cortejo da Maçã e elaborar um programa de animação interessante e atractivo.

A par desta animação, realizaram-se acções de esclarecimento e pedagógicas, incentivando os nossos agricultores a investirem na produção da Maçã da Camacha, com o apoio da Secretaria Regional que, inclusivamente, ofereceu as árvores do fruto em causa. Foi muito interessante sentir que estas acções resultaram, dada a grande adesão de agricultores locais.
Novidade foi a "1ª Mostra do Macarrão", uma ideia que resultou em sucesso, já que participaram a Casa de Pasto “O Boleo”, o Restaurante “O Cesto”, o Restaurante “Katespero” e o Restaurante “A Farrusca”. Além do "macarrão espedindo", muitas inovações apareceram, para gáudio dos visitantes que fizeram sentir a premência da continuidade desta mostra.

A tradição mantém-se, renova-se e cria-se...
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
PLASTICINIDÊNCIAS

* Está patente, até finais do mês de Dezembro, uma exposição em plasticina de Guida Barreto, na Biblioteca Municipal do Funchal. A exposição é pensada em torno dos personagens BD, como as criadas por Walt Disney - pois é, o Urtigão e a Madame Min lá estão -, mas alastra-se a todo o imaginário das "revistas aos quadradinhos" em geral - ou como diria a Mónica de Maurício: "Gibis" -, não sendo, portanto, um exclusivo Disney. Vão até lá e, como diria o Zeca Afonso, "seja bem vindo quem vier por bem, se alguém houver que não queira, trá-lo contigo também".
Nélio Martins
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