sexta-feira, 23 de março de 2018
sábado, 27 de janeiro de 2018
"A Casa da Montanha"
Hoje e amanhã, em cena na Casa do Povo da Camacha!
SINOPSE
Era uma vez uma história sobre a nossa casa…
“Na Casa da Montanha” situada naquelas terras de sossego, entre as montanhas cheias de nevoeiro, habita uma família que se conserva há muito tempo. Romano e Elsa, os Donos da Casa, os seus cinco filhos e a matriarca Conceição, mantêm uma casa com tradição.
O Dono da Casa tem a sensibilidade certa, como a de um artista, para promover e incentivar a cultura entre os seus.
O jantar que organiza “hoje”, na sua pobre casa, tem o propósito de pedir ao Supremo - entidade máxima - a expansão artística da sua prole pela comarca.
Os filhos imbuídos de um espírito empreendedor, típico das gentes da montanha, envolvem-se nos preparativos das suas performances, relembrando os seus antepassados durante os ensaios, para a noite de espetáculo.
O filho mais velho, Américo, é um mestre nos instrumentos de corda, logo a seguir vem a bailarina da casa, Ascensão; Horácio, o filho do meio, sem a sensibilidade artística dos irmãos, é um atleta completo; das filhas mais novas, a Ilda tem o dom da representação, e a benjamim da casa, a Anjos, tem o dom do canto.
O Dono da Casa, pretende a intervenção do Supremo neste seu propósito, “pois uma semente de guerra” minou as suas pretensões.
Os Líderes locais, imiscuindo-se nos assuntos internos, contrariam as boas práticas que durante anos se instalaram naquela casa e na comarca.
Dizem que “os ventos ruidosos vindos da montanha desestabilizam os habitantes dos vilarejos do sopé da montanha, habituados à letargia, não se identificando com a cultura que de lá vem, aconselhando-os a não se expandirem.”
BILHETEIRA
- Bilhete - €5
- Entre 6 e 9 anos - €3
Classificação etária da peça de teatro: Maiores de 6 anos
SINOPSE
Era uma vez uma história sobre a nossa casa…
“Na Casa da Montanha” situada naquelas terras de sossego, entre as montanhas cheias de nevoeiro, habita uma família que se conserva há muito tempo. Romano e Elsa, os Donos da Casa, os seus cinco filhos e a matriarca Conceição, mantêm uma casa com tradição.
O Dono da Casa tem a sensibilidade certa, como a de um artista, para promover e incentivar a cultura entre os seus.
O jantar que organiza “hoje”, na sua pobre casa, tem o propósito de pedir ao Supremo - entidade máxima - a expansão artística da sua prole pela comarca.
Os filhos imbuídos de um espírito empreendedor, típico das gentes da montanha, envolvem-se nos preparativos das suas performances, relembrando os seus antepassados durante os ensaios, para a noite de espetáculo.
O filho mais velho, Américo, é um mestre nos instrumentos de corda, logo a seguir vem a bailarina da casa, Ascensão; Horácio, o filho do meio, sem a sensibilidade artística dos irmãos, é um atleta completo; das filhas mais novas, a Ilda tem o dom da representação, e a benjamim da casa, a Anjos, tem o dom do canto.
O Dono da Casa, pretende a intervenção do Supremo neste seu propósito, “pois uma semente de guerra” minou as suas pretensões.
Os Líderes locais, imiscuindo-se nos assuntos internos, contrariam as boas práticas que durante anos se instalaram naquela casa e na comarca.
Dizem que “os ventos ruidosos vindos da montanha desestabilizam os habitantes dos vilarejos do sopé da montanha, habituados à letargia, não se identificando com a cultura que de lá vem, aconselhando-os a não se expandirem.”
BILHETEIRA
- Bilhete - €5
- Entre 6 e 9 anos - €3
Classificação etária da peça de teatro: Maiores de 6 anos
terça-feira, 1 de agosto de 2017
39º aniversário da A.D.Camacha
Há 39 anos nasceu a Associação Desportiva da Camacha, não por "geração espontânea", mas como resultado de várias décadas de desporto na nossa então Aldeia.
O currículo é de glória, com Títulos Regionais e Nacionais, no Futebol, no Badminton, no Andebol, no Atletismo e no Bilhar, e é esta capacidade e qualidade de trabalho, que deixam marcas indeléveis deste clube, na Freguesia, Concelho, Região e País!
A A.D.Camacha mostra-se capaz de evoluir continuamente, de procurar novos objetivos, de manter a ambição e a exigência elevada, de dinamizar toda a Freguesia, de ser referência no que toca a trabalho sério, digno, profissional e até inovador!
Os tempos são difíceis, por diversas ordens de razões, e é mais fácil passar o tempo com desculpas e lamúrias, ficar parado, deixar de empreender, deixar de lutar. Mas esse não é o rumo deste Clube!
Há, naturalmente, espaço para a crítica e reivindicação, para dentro e para fora, e será lógico apontar a validade e impacto positivo do trabalho desenvolvido, como motivo bastante para apoios significativos e que o premeiem!
Mas o caminho é, com a participação dos sócios, dos simpatizantes, dos amigos, dos que se interessam por colaborar e até com todos os que apenas criticam, continuar a trabalhar para vencer!
Este é um Clube de todos e para todos!
Parabéns a todos quantos fizeram e fazem parte deste percurso de trabalho, dedicação, empenho, esforço e glória!
#Camacha #ADCamacha #39Anos
terça-feira, 25 de abril de 2017
Liberdade...
Em dia de celebrar a Liberdade, importa refletir sobre o que com ela fazemos, a todos os níveis.
Hoje, porque o acumular de atropelos o dita, convém debruçar-se sobre a qualidade da discussão, quando para ela levamos as "nossas verdades".
Num qualquer tema, Abril trouxe-nos a Liberdade para pensar, ler, escrever, discutir, opinar e expressar, de qualquer forma que queiramos, ou quase, tendo em conta as plataformas digitais. Mas a liberdade de expressão não nos torna juízes.
É comum, rápido e simplista, julgar um qualquer assunto, sem termos posse de todos os elementos, sem conhecermos o que o envolveu, sem sabermos se a "verdade dos factos" que nos apresentam, é-a realmente.
Quando, em lugar de pensamento estruturado e valorização da discussão, respondemos de forma visceral, impetuosa e imediata, facilmente deturpamos a discussão que se impõe. Os valores positivos são facilmente substituídos por ódios, com todos os defeitos que facilmente daí advêm, sendo a ofensa pessoal e o escárnio, das formas mais correntes.
Discutir com elevação não significa ceder à opinião contrária, mas sim contrapor opiniões sem preconceitos e sem verdades absolutas.
Discutir é útil e saudável, e uma das maiores conquistas de Abril, mas hoje devemos meditar sobre a forma como o fazemos. Confronto de ideias, apenas e só! Isso sim, é Liberdade de pensamento!
Quando pensamos com Liberdade, somos livres de preconceitos estanques e capazes de evoluir.
Quando pensamos ser donos de "uma verdade", tornamo-nos carrascos da Liberdade...
Hoje, porque o acumular de atropelos o dita, convém debruçar-se sobre a qualidade da discussão, quando para ela levamos as "nossas verdades".
Num qualquer tema, Abril trouxe-nos a Liberdade para pensar, ler, escrever, discutir, opinar e expressar, de qualquer forma que queiramos, ou quase, tendo em conta as plataformas digitais. Mas a liberdade de expressão não nos torna juízes.
É comum, rápido e simplista, julgar um qualquer assunto, sem termos posse de todos os elementos, sem conhecermos o que o envolveu, sem sabermos se a "verdade dos factos" que nos apresentam, é-a realmente.
Quando, em lugar de pensamento estruturado e valorização da discussão, respondemos de forma visceral, impetuosa e imediata, facilmente deturpamos a discussão que se impõe. Os valores positivos são facilmente substituídos por ódios, com todos os defeitos que facilmente daí advêm, sendo a ofensa pessoal e o escárnio, das formas mais correntes.
Discutir com elevação não significa ceder à opinião contrária, mas sim contrapor opiniões sem preconceitos e sem verdades absolutas.
Discutir é útil e saudável, e uma das maiores conquistas de Abril, mas hoje devemos meditar sobre a forma como o fazemos. Confronto de ideias, apenas e só! Isso sim, é Liberdade de pensamento!
Quando pensamos com Liberdade, somos livres de preconceitos estanques e capazes de evoluir.
Quando pensamos ser donos de "uma verdade", tornamo-nos carrascos da Liberdade...
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
V MOON - Memories Out Of Night
Sábado, 28 de janeiro de 2017,
o Rock está de volta à Camacha e à Casa do Povo!
Este Festival In memoriam, Sérgio Freitas, tem por essência juntar bandas e projetos regionais, de elevada qualidade musical e com um forte espírito de partilha e amizade.
o Rock está de volta à Camacha e à Casa do Povo!
Este Festival In memoriam, Sérgio Freitas, tem por essência juntar bandas e projetos regionais, de elevada qualidade musical e com um forte espírito de partilha e amizade.
É esta a melhor homenagem ao nosso saudoso amigo Sergio Freitas, ele
que foi músico, baixista nos CRF, Rótulo Preto, bandas marcantes na
Camacha no final do século, além de promover a música ao vivo no mítico
bar "Idem Aspas" e nas diversas atividades da Casa do Povo, que
integrou como elemento da Direção.
Venham até à Camacha, viver umas horas de boa música num ambiente saudável, na companhia de amigos, apoiando os projetos regionais!
Alinhamento:
21:00 - Siamese Cancer
» Lourenço Baptista (baixo), Sandro Silva (bateria), Mauricio Garanito (guitarra), Diomar Rocha (voz)
22:00 - Negative Rule
» Claudio Aguiar (baixo), Valério (bateria), Sniper (guitarra), Filipe Sousa (Voz e guitarra)
23:00 - Akoustik Junkies
» Pedro Pereira (baixo), Bernardo Rodrigues (bateria), Hugo Vieira (guitarra), Roberto Vasconcelos (guitarra), Duarte Ferreira (voz)
00:00 - Jamie & The Marx
» Miguel Marques (baixo), Lino Ornelas (bateria), Miguel Apolinario (guitarra), Tiago Silva (voz)
Venham até à Camacha, viver umas horas de boa música num ambiente saudável, na companhia de amigos, apoiando os projetos regionais!
Alinhamento:
21:00 - Siamese Cancer
» Lourenço Baptista (baixo), Sandro Silva (bateria), Mauricio Garanito (guitarra), Diomar Rocha (voz)
22:00 - Negative Rule
» Claudio Aguiar (baixo), Valério (bateria), Sniper (guitarra), Filipe Sousa (Voz e guitarra)
23:00 - Akoustik Junkies
» Pedro Pereira (baixo), Bernardo Rodrigues (bateria), Hugo Vieira (guitarra), Roberto Vasconcelos (guitarra), Duarte Ferreira (voz)
00:00 - Jamie & The Marx
» Miguel Marques (baixo), Lino Ornelas (bateria), Miguel Apolinario (guitarra), Tiago Silva (voz)
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